
Atardecer em Lisboa
Ao longe, ao luar,
No rio uma vela,
Serena a passar,
Que é que me revela ?
Não sei, mas meu ser
Tornou-se-me estranho,
E eu sonho sem ver
Os sonhos que tenho.
Que angústia me enlaça ?
Que amor não se explica ?
É a vela que passa
Na noite que fica.
Fernando Pessoa
¿es tuyo?, ¿o sea de ti?, que bién suena, lo aprendí leyendo Pessoa que el portugués és de una enorme y grata musicalidad para la poesia.
ResponderEliminarBuen domingo.
Lisboa siempre está preciosa, tanto de día como de noche,
ResponderEliminardesde el alba al anochecer.
Precioso poema. Los sueños tuyos y los míos que puedan cumplirse.
Beijinhos